Com um número crescente de participantes e de novidades de ano para ano, talvez o que mais surpreende a neurologista seja a preocupação cada vez maior por parte dos investigadores em apresentar os resultados não como mero exercício científico, mas de uma perspetiva mais prática e que verdadeiramente "interessa aos doentes".
Quanto à presença portuguesa no ECTRIMS 2018, refere dois trabalhos em que colaborou: um sobre o risco de infeção em doentes com EM tratados com agentes modificadores da doença e outro sobre a fadiga e sua correlação com os aspetos cognitivos e emocionais na EM. A cognição é, de resto, uma das suas áreas de especial interesse, por isso foi com satisfação que anunciou que a validação da bateria de avaliação neuropsicológica BICAMS (Brief International Cognitive Assessment for Multiple Sclerosis) conduzida pelo seu hospital foi aceite para publicação, poucos dias antes do congresso.

































Todos os direitos reservados